sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Palestra

Foi realizado uma palestra muito interessante  no dia 29/09/2011, na Escola Professora Maria Lydia Coutinho às 15:00 hs.
Tema: Conceitos Básicos sobre Qualidade de Energia.
Palestrante: Maurício Aredes

Essa foi a quarta Palestra realizada com o Projeto "SBPC vai à Escola".





Conheça um pouco do Projeto:

Sociedade Brasileira
para o Progresso da Ciência
Secretaria Regional SBPC/RJ

[ PROJETOS ] - SBPC vai à escola


Apresentação do Projeto
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), através da sua seção Regional do Rio de Janeiro (SBPC/RJ), criou o programa SBPC vai à Escola para estimular e fomentar a interação entre cientistas e alunos do ensino médio do Estado do Rio de Janeiro.
Sabendo que de um lado estão os cientistas conscientes das suas responsabilidades em levar seus conhecimentos a alunos e professores do ensino médio e de outro, professores e diretores interessados em convidar os cientistas para darem palestras em suas escolas, a SBPC criou o programa SBPC vai à Escola justamente para incentivar e estimular esta interação. De fato o programa não se restringe apenas a palestras, pois também aceita e estimula a apresentação de exposições, mostras, oficinas, etc, desde que sempre sob a responsabilidade e coordenação de um professor e ou pesquisador de Instituições de ensino e/ou pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
Como proceder?
Para solicitar uma de nossa palestras basta ir no menu ao lado em "Palestras oferecidas" e escolher a(s) palestra(s) desejada(s). Ao escolher, basta preencher o formulário em "Solicitar palestra" que automaticamente sua solicitação irá para nossa secretaria que entrará em contato com o palestrante desejado, e assim que possível, dar o retorno à escola.

Artigos:


Link: http://www.sbpcrj.org.br/projetosSbpcEscola.shtml

Postado: Bruno Magalhães da Silva Carvalho

terça-feira, 27 de setembro de 2011



SEUS OLHOS O ESTÃO ENGANANDO? NÃO!
É SÓ UMA ILUSÃO DE ÓTICA! 


Postado: Bruno Magalhães da Silva Carvalho


"Às folhas tantas do livro de matemática,
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a, do ápice à base.
Uma figura ímpar olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua uma vida paralela a dela até que se encontraram no infinito.
"Quem és tu?" - indagou ele com ânsia radical.
"Eu sou a soma dos quadrados dos catetos,
mas pode me chamar de hipotenusa".
E de falarem descobriram que eram o que, em aritmética,
corresponde a almas irmãs, primos entre-si.
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas,
curvas, círculos e linhas senoidais.
Nos jardins da quarta dimensão,
escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas
e os exegetas do universo finito.
Romperam convenções Newtonianas e Pitagóricas e, enfim,
resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar,
uma perpendicular.
Convidaram os padrinhos:
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos, equações e diagramas para o futuro,
sonhando com uma felicicdade integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos
e foram felizes até aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia.
Foi então que surgiu o máximo divisor comum,
frequentador de círculos concêntricos viciosos,
ofereceu-lhe,
a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, quociente percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema,
ele era a fração mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,
como, aliás, em qualquer Sociedade ..."
Millor Fernandes 


Postado: Bruno Magalhães da Silva Carvalho